Por tudo, por nada.
Pensamentos que ficam
que consomem,
que magoam,
que existem...
pensamentos da minha alma.
Letras que enchem
a calma
que me escurece os
olhos.
Palavras juntas que
dizem tudo
lamentam o nada
choram o impossível
riem o momento.
Vida que não é
triste, nem é vida
vida que não é
alegre, mas é vida
Ai, pensamento selvagem!
domingo, 21 de outubro de 2007
quinta-feira, 18 de outubro de 2007
Partida
segunda-feira, 10 de setembro de 2007

(Chove...)
O dia nasce de um tímido rasgão claro
num céu triste.
Alguns animais estão escondidos com medo,
outros saem das suas casas e vão amanhecer
Nas rochas altas.
(Luz...)
Raios fortes do arrojado sol que deseja aparecer
por entre as nuvens claríssimas.
Os coelhos saltam pelos verdejantes caminhos,
Procurando alimento.
Lindos...
Montes pintados de verde pela tinta fresca das árvores.
Flores humedecidas pelo orvalho, que cai...
Lentamente cai sobre a terra bruta que fica serena.
As flores, tímidas, fortemente iluminadas pela réstia de luz
dançam ao sabor do vento...
O orvalho desaparece.
Sons...
Dos pássaros que voam.
Que param e bebem em poços de água...
limpam as penas coloridas que pintam o céu.
Entoam melodias suaves e alegres!
Estradas desenhadas pela chuva, pintadas pelo vento.
Infinitas na sua beleza e calma...
(Sol...)
Ele, na sua imensidão, abraçou os montes e vales...
Acariciou os bichos...
Aqueceu as pedras...
Lançou um brilho na água cristalina dos riachos...
Alegrou o dia que estava triste...
Há vida: os animais correm, voam, descansam...
As árvores e as plantas agitam-se alegremente.
Fecha-se os olhos...
Inspira-se fundo...
Abre-se os olhos...
Expira-se...
Sente-se: liberdade autêntica!
Com a magia do sol encontrou-se um:
Lugar puro e fascinante...
A verdadeira Natureza viva.
sexta-feira, 17 de agosto de 2007
Aquela mulher morena
que nos acolheu
no seu ventre,
que nos embalou
no seu colo...
Para estes rebentos
é a flor mais linda do mundo!
É a única mulher das nossas vidas
capaz de passar noites e noites
ao nosso lado a cuidar
com o maior dos amores.
É a única que nunca vai acreditar
que as nossas pernas cresceram,
que os nossos braços
já chegam à fechadura da porta...
Para ela, seremos sempre:
os meninos e meninas
que precisam de colo.
Por mais tormentos,
por mais tristezas,
por mais sofrimentos...
Terá sempre a quem chamar: filhos!
Terá sempre a alegria
de ter dado à luz quatro rebentos...
Por mais que queiramos dizer,
hoje dizemos de coração: Muitos Parabéns!
Isto é uma simples recordação.
poema à minha mãe, no dia do seu aniversário (10-08-2007)
que nos acolheu
no seu ventre,
que nos embalou
no seu colo...
Para estes rebentos
é a flor mais linda do mundo!
É a única mulher das nossas vidas
capaz de passar noites e noites
ao nosso lado a cuidar
com o maior dos amores.
É a única que nunca vai acreditar
que as nossas pernas cresceram,
que os nossos braços
já chegam à fechadura da porta...
Para ela, seremos sempre:
os meninos e meninas
que precisam de colo.
Por mais tormentos,
por mais tristezas,
por mais sofrimentos...
Terá sempre a quem chamar: filhos!
Terá sempre a alegria
de ter dado à luz quatro rebentos...
Por mais que queiramos dizer,
hoje dizemos de coração: Muitos Parabéns!
Isto é uma simples recordação.
poema à minha mãe, no dia do seu aniversário (10-08-2007)
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