Sinto-te como sinto
a natureza, como sinto e ouço
o vibrar do canto dos pássaros,
como ouço a água a cair no riacho,
como ouço e vejo o vento passar
na copa das árvores, esgueirando-se pelos
vales e montes.
Sinto o calor afável do sol,
vejo o luar nostálgico
daquela janela onde,
vejo e sinto a noite
amável, companheira
de minha solidão...
Leonardo
sábado, 10 de novembro de 2007
domingo, 4 de novembro de 2007

Da quente América Latina
Para a deslumbrante ilha da Madeira
Cheia de montes e vales e água cristalina
Chega a Ylhany… a nossa “Ylha”!
De início, com poucas amizades,
os sentimentos resumiam-se a: saudades…
Ai!... Saudades dos abraços,
dos sorrisos, das amizades…
do calor ardente daquela
Venezuela quente!
Agora a saudade dá lugar
à recordação
que ficou no teu grande coração.
Mas, no meio de tanta coisa
que encontraste na Pérola do Atlântico,
descobriste um montinho de pedras preciosas
que todas juntas brilham,
de tanta preciosidade, para a tua vida…
Essas pedras preciosas são estes teus amigos
que querem continuar a brilhar na tua vida!
Que estas amizades sejam tão ricas
como os diamantes o são.
Parabéns, Ylhany!
Muitas Felicidades!
Para a deslumbrante ilha da Madeira
Cheia de montes e vales e água cristalina
Chega a Ylhany… a nossa “Ylha”!
De início, com poucas amizades,
os sentimentos resumiam-se a: saudades…
Ai!... Saudades dos abraços,
dos sorrisos, das amizades…
do calor ardente daquela
Venezuela quente!
Agora a saudade dá lugar
à recordação
que ficou no teu grande coração.
Mas, no meio de tanta coisa
que encontraste na Pérola do Atlântico,
descobriste um montinho de pedras preciosas
que todas juntas brilham,
de tanta preciosidade, para a tua vida…
Essas pedras preciosas são estes teus amigos
que querem continuar a brilhar na tua vida!
Que estas amizades sejam tão ricas
como os diamantes o são.
Parabéns, Ylhany!
Muitas Felicidades!
Poema para a Ylhany no dia do seu aniversário :)
segunda-feira, 29 de outubro de 2007
Rosa Tingida

(Fado Santa Luzia)
No jardim das rosas de Maio
vi rosas brancas com' um raio
cobertas do orvalho do sul
para te vestir de alvura
e então a vida foi pura
rumando breve p'ra um azul.
Mas o azul fez-se agreste
pelo mal que tu me fizeste
e cravei nas mãos os espinhos
e cobri de sangue a raiz
da terra do que por ti eu fiz
da ternura feita de linho.
A rosa branca está rubra
e à espera de quem a cubra
porque esta luz foi tingida
pelo sangue que não estanca,
duma antiga rosa branca
que foi decepada p'la vida.
No jardim das rosas de Maio
vi rosas brancas com' um raio
cobertas do orvalho do sul
para te vestir de alvura
e então a vida foi pura
rumando breve p'ra um azul.
Mas o azul fez-se agreste
pelo mal que tu me fizeste
e cravei nas mãos os espinhos
e cobri de sangue a raiz
da terra do que por ti eu fiz
da ternura feita de linho.
A rosa branca está rubra
e à espera de quem a cubra
porque esta luz foi tingida
pelo sangue que não estanca,
duma antiga rosa branca
que foi decepada p'la vida.
Nuno Gonçalo
domingo, 21 de outubro de 2007
Pensamentos Selvagens
Por tudo, por nada.
Pensamentos que ficam
que consomem,
que magoam,
que existem...
pensamentos da minha alma.
Letras que enchem
a calma
que me escurece os
olhos.
Palavras juntas que
dizem tudo
lamentam o nada
choram o impossível
riem o momento.
Vida que não é
triste, nem é vida
vida que não é
alegre, mas é vida
Ai, pensamento selvagem!
Pensamentos que ficam
que consomem,
que magoam,
que existem...
pensamentos da minha alma.
Letras que enchem
a calma
que me escurece os
olhos.
Palavras juntas que
dizem tudo
lamentam o nada
choram o impossível
riem o momento.
Vida que não é
triste, nem é vida
vida que não é
alegre, mas é vida
Ai, pensamento selvagem!
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